Qual a Melhor Moto para Trabalhar de Motoboy ou Mototaxi?

Hoje em dia os serviços de mobilidade e entrega são muito utilizados pelos indivíduos, seja para economizar tempo ou mesmo para realizar uma tarefa com mais facilidade. Estes tipos de serviços podem ser realizado com carros, como os que estão relacionados aos aplicativos Uber. Entretanto, para entregas, é mais comum que sejam usadas as motos, pois elas apresentam um custo benefício maior, tanto para quem trabalha quanto também para o consumidor final.

Entretanto, em relação às motos, deve-se prestar atenção à segurança do piloto, consumo do modelo e também outras questões, como as relativas à manutenção. Como a moto será uma ferramento de trabalho, é imprescindível que ela proporcione ao usuário mínimos problemas. Alguns modelos econômicos e rápidos são a Honda CG de 160cc, Honda NXR160cc e Honda Pcx 150cc, dentre outras.

Melhores motos

Um bom método de entender quais são as motos mais indicadas para motoboys e mototáxis é analisando as que são mais vendidas. Isso porque, usualmente, as pessoas que procuram por motos pretendem utiliza-las para o dia-a-dia, a fim de ir trabalhar, ou algo semelhante, com um boa economia. Abaixo iremos falar sobre alguns principais modelos vendidos, e outros que também apresentam um bom custo benefício.

Honda CG 160

Em 2018, segundo a Revista Auto Esporte, foram vendidas 253.244 unidades desta moto, tornando-a a mais comercializada no Brasil, neste ano. Esta moto foi fabricada com o intuito de andar em estradas, possuindo 162,7 cilindradas. Ademais, ela pode ser abastecida tanto etanol quanto com gasolina. Sua capacidade máxima de combustível é, em média, de 15 litros. Ainda, esta moto percorre, em média, 33,5 km por litro. O seu preço no Brasil varia de R$ 7.740,00 a R$ 10.190,00.

Honda NXR160

Esta moto ocupou a terceira colocação de moto mais comercializada em 2018, com 121.485 unidades vendidas. Ela, assim como a moto anterior, também possui 162,7 cilindradas. Entretanto, o tanque de combustível deste modelo tem capacidade de guardar 12 litros de gasolina, em média, o que é mais baixo do que a Honda CG 160. Ainda, esta moto é mais cara, tendo o preço médio no Brasil de R$ 10.190,00.

Entenda quais são as melhores motos para motoboys e mototáxis

Esta moto é muito popular entre motoboys e mototáxi, devido ao ótimo custo benefício que oferece.

Honda CB 250F Twister

Foram vendidas, em 2018, 30.238 unidades desta moto. Ela consome 25 km/l com gasolina, e custa, em média, de R$ 13.990 a R$ 14.990. Possui 250 cilindradas, e confere muito conforto ao piloto que a utiliza.

Yamaha 125 Factor

Esta moto foi a sucessora da Yamaha YBR 125cc. Ela possui de 123,7 a 124,9 cilindradas, e sua capacidade total de combustível é de 13 a 15,7 litros. Ademais, esta moto possui um baixo preço, custando de R$ 5.559,00 a R$ 7.790,00 no Brasil. Além disso, esta moto faz 41,5 quilômetros por litro, sendo uma ótima opção para quem deseja economia.

Suzuki Yes 125cc

A Suzuki Yes 125cc é um modelo de moto que foi lançado no Brasil em 2005. Entretanto, apesar do tempo, ainda está estabelecida como um dos principais modelos no que se trata de economia e custo benefícios. Esta moto possui 125 cilindradas, e o tanque de combustível tem capacidade máxima de 14 litros. Ademais, este modelo faz 30 quilômetros por litro. O preço médio no Brasil é de R$ 5.800,00.

Leis de Regulamentação

Ainda, além de utilizar a moto que lhe confira mais benefícios, os motoboys e mototaxistas também têm que se atentar para a regulamentação da profissão, que é feita pelo Contran. A legislação que está em vigor para estes profissionais é a lei 12.009/2009 e as resoluções 356 e 410 do Contran. Leia a lei abaixo:

Art. 1o  Esta Lei regulamenta o exercício das atividades dos profissionais em transportes de passageiros, “mototaxista”, em entrega de mercadorias e em serviço comunitário de rua, e “motoboy”, com o uso de motocicleta, dispõe sobre regras de segurança dos serviços de transporte remunerado de mercadorias em motocicletas e motonetas – moto-frete –, estabelece regras gerais para a regulação deste serviço e dá outras providências.

Art. 2o  Para o exercício das atividades previstas no art. 1o, é necessário:

I – ter completado 21 (vinte e um) anos;

II – possuir habilitação, por pelo menos 2 (dois) anos, na categoria;

III – ser aprovado em curso especializado, nos termos da regulamentação do Contran;

IV – estar vestido com colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos, nos termos da regulamentação do Contran.

Parágrafo único.  Do profissional de serviço comunitário de rua serão exigidos ainda os seguintes documentos:

I – carteira de identidade;

II – título de eleitor;

III – cédula de identificação do contribuinte – CIC;

IV – atestado de residência;

V – certidões negativas das varas criminais;

VI – identificação da motocicleta utilizada em serviço.

Art. 3o  São atividades específicas dos profissionais de que trata o art. 1o:

I – transporte de mercadorias de volume compatível com a capacidade do veículo;

II – transporte de passageiros.

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