Quando Trocar a Correia Dentada?

É muito importante realizar manutenções frequentes nos veículos, para que eles sempre funcionem corretamente e tenham um bom desempenho. Por exemplo, deve-se verificar e trocar o óleo, repor o líquido de arrefecimento, trocar peças que estiverem com rachaduras, dentre outras questões. Dentre as importantes peças dos veículos, é necessário estar atento à correia dentada e quando trocá-la.

A correia dentada é uma peça do motor de combustão interna dos veículos, que tem como objetivo regular a abertura e fechamento das válvulas dos motores de acordo com o movimento dos pistões. Assim, proporciona-se o fluxo de gases o interior do cilindro.

Quando a correia dentada se rompe, as válvulas param de admitir o ar e o combustível, deixando também de eliminar os gases ocasionados pela combustão. Devido à isto, o motor, após um tempo, irá parar. Para evitar esta ocorrência, é preciso trocar a correia dentada após um certo tempo ou quilômetros rodados. Indica-se realizar esta substituição quando chega-se aos 40 quilômetros rodados ou após 5 anos.

Correia dentada

Como mencionado, a correia dentada é uma peça essencial para o funcionamento do motor, pois ela sincroniza as válvulas em relação aos pistões. Assim, as válvulas abrem e fecham de acordo com o movimento de sobe e desce dos pistões, possibilitando o fluxo de gases no interior do cilindro.

É muito importante que o cilindro sofra sempre manutenções, revisões e trocas para que ela não quebre. Caso isto aconteça, as válvulas travam, parando a admissão de ar e de combustível, além de deixar de eliminar os gases advindos da combustão. Devido à isto, os pistões começam a se chocar uns com os outros, ocasionando o impacto dos metais. Após algum tempo, o motor para, ocasionando a morte súbita.

Saiba quando deve-se trocar a correia dentada

A correia dentada deve ser trocada quando o veículo estiver com cerca de 40 mil quilômetros rodados.

Este problema com a correia dentada necessita de um conserto muito custoso, pois a maioria das peças do motor são afetadas e a extensão total dos danos é grande. Em casos mais comuns, é necessário trocar as válvulas, pistões, bielas e também realizar a retífica do cabeçote.

Caso a correia dentada tenha sofrido avarias e esteja se rompendo, a fim de reduzir os danos que o motor irá sofrer, pode-se pisar na embreagem e colocar a marcha no automático, desligando a ignição logo a seguir. Também, não é indicado tentar ligar o motor e dar partida no veículo após ter percebido o problema, pois isto irá piorar a situação.

Quando trocar a correia?

Para evitar todos os problemas mencionados acima e também a manutenção custosa que é ocasionada pelo rompimento da correia dentada, deve-se realizar a troca preventiva da correia. Este é o método mais eficaz de evitar esta situação prejudicial, visto que é muito difícil que o próprio motorista identifique e antecipe o rompimento. Comumente, a correia dentada está coberta por uma capa, escondendo os seus desgastes.

Para a maioria dos veículos, o parâmetro utilizado para determinar a troca da correia dentada é a quilometragem rodada. Para a maioria dos veículos, recomenda-se realizar a substituição preventiva quando chega-se aos 40 mil quilômetros rodados. Porém, em alguns veículos, que não são utilizados severamente, este valor pode se estende até os 50 mil quilômetros.

Para saber qual o caso do seu veículo e se a correia dele pode ser trocada após estes 10 mil quilômetros extras, recomenda-se levar o carro a um profissional, que irá identificar se há desgastes, danos, etc.

Também, pode-se levar em conta o parâmetro de tempo, que determina o prazo máximo de cinco anos para que ocorra a troca da correia dentada. Porém, é recomendado priorizar este prazo apenas se o veículo não for utilizado frequentemente e severamente.

Passado os 40 mil quilômetros rodados e os cinco anos, mesmo que o carro seja utilizado com cuidado e atenção, irão começar a aparecer desgaste na correia e ela fica sujeito à ruptura.

Ainda, algo importante de ser mencionado é que também deve-se trocar o esticador no momento em que a correia for substituída, visto que esta peça é responsável por não deixar a correia frouxa, mas sim com a tensão adequada.

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