Como funciona o conjunto de Injeção Eletrônica

As várias peças com diferentes funções em um carro fazem com que muitas pessoas fiquem perdidas na hora de constatar um problema. Ter compreensão sobre os nomes e a função de cada parte do veículo é essencial. A injeção eletrônica por exemplo, é um conjunto de peças que tomou o lugar do bom e velho carburador. O motivo foi a rápida evolução dos automóveis, em que os velhos motores já não atendiam as demandas do mercado. Para suprir as necessidades dos novos carros, no que diz respeito a potência, respostas rápidas, emissão de gases e até mesmo na economia do combustível, foi criada a injeção eletrônica.

Mas não basta saber apenas quais são os benefícios desse tipo de aparelho, é importante saber como funciona e para que serve cada um deles. Para obter essa resposta, basta continuar lendo e, se seu problema é um defeito na injeção eletrônica, temos um artigo dedicado a luz de injeção que acendeu.

Os princípios da injeção eletrônica

Para entender o funcionamento, é importante saber para quê serve a injeção eletrônica. Em resumo, quando o motorista dá partida no veículo para dar início ao trajeto, os pistões do motor começam a subir e descer sem parar e o sensor de rotação é ativado, sinalizando para unidade de comando que a rotação do motor já está sendo realizada.

Quando o movimento é de descida, o coletor de admissão produz uma aspiração à vácuo, que pega o ar da atmosfera, entrega para o medidor de fluxo de ar e para a borboleta de aceleração, até finalmente chegar aos cilindros do motor. Nesse processo, o medidor de fluxo de ar transmite para a unidade de comando a informação sobre a quantidade de ar admitido.

Finalmente chegamos ao uso da injeção eletrônica. A partir desse momento a unidade de comando permite que as válvulas da injeção proporcionem, de acordo com o volume de ar admitido, a quantidade de combustível ideal necessária.

Essa relação entre combustível e ar é chamada de mistura. Sendo assim, quanto mais adequada essa mistura, melhor o rendimento do veículo e, consequentemente também é gerado uma quantidade menor de gases poluentes, além de economia de combustível para o condutor.

Injeção eletrônica BOSCH Flex Fuel

Sistema de injeção eletrônica BOSCH Flex Fuel

1) Canister, 2) Reservatório de gasolina para partidas a frio, 3) Relé, 4) Bomba elétrica de combustível, 5) Válvula solenoide, 6) Válvula de purga do canister, 7) Sensor de temperatura e pressão do ar, 8) Galeria de combustível e Válvula de injeção, 9) Sensor de detonação, 10) Sensor de rotação, 11) Sensor de temperatura, 12) Sensor de fase, 13) Bobina de ignição, 14) Pedal do acelerador, 15) Vela de ignição, 16) Sonda Lambda, 17) Bomba de combustível, 18) Unidade de comando e 19) Corpo da borboleta.

O conjunto da injeção eletrônica

O conjunto da injeção eletrônica funciona graças a sua constituição, que é basicamente formado por dois tipos de peças: os atuadores e os sensores. Em relação ao primeiro tipo, as peças podem ser consideradas como componentes que recebem, da unidade de comando, as informações de como devem atuar no sistema de injeção. É de sua responsabilidade variar o volume de combustível que o motor recebe, além de corrigir o ponto de ignição, se adaptar à marcha lenta, entre outras questões do tipo.

Já no que diz respeito aos sensores da injeção eletrônica, essas peças são instaladas em diferentes pontos do motor e têm a finalidade de enviar informações para a unidade de comando, como o sensor de pressão, por exemplo. Em resumo, os sensores captam as condições do carro e os atuadores fazem as alterações necessárias para que o veículo continue funcionando da melhor e mais econômica maneira possível.

Diferenciais de um carro com injeção eletrônica

Hoje em dia é difícil encontrar um carro que ainda funcione com carburador. A injeção eletrônica com certeza é a melhor opção por vários motivos. O mais interessante para o condutor é o fato de que um veículo que possua injeção eletrônica é definitivamente mais econômico. Outros benefícios são que o funcionamento do motor fica mais suave e o meio ambiente não é tão agredido.

Por mais regulado que um carburador esteja, ele não irá conseguir alimentar o motor com a mesma medida de mistura ideal que um equipamento com injeção eletrônica, pois ele garante que o motor receba somente o volume de combustível que precisa para o pleno funcionamento. Além disso, um motor desse tipo também proporciona partidas mais rápidas e acaba dispensando a necessidade de utilização de um afogador no motor.

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